Batista Renovada de Buritama/SP

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Homofobia, um esclarecimento necessário

"Esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais"


A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual. O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:

Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.

Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?

Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).

Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).


Fonte: Palavra da Verdade
http://www.sepal.org.br/novo/index.php?option=com_content&view=article&id=3682:homofobia-um-esclarecimento-necessario&catid=41&Itemid=474

Opinião.
Vejo que Politicos "Cristãos" estão fazendo uma verdadeira guerra contra os "gays e afins", devemos orar muito no sentido de que Jesus ama a todos, ama os gays/lesbicas/drogados/assassinos/ladroes, Jesus morreu na cruz por cada um deles, a Igreja é o lugar onde se mostra isso a todos quantos quiserem, o que não podemos fazer é entrar numa guerra onde a mídia está se aproveitando disso tudo para fazer como os "urubus" fazem num cadaver, promovendo uma guerra entre Cristãos x Gays.
Quero convocar a todos os Cristãos a dobrarem seus joelhos e orar ao Senhor, pedindo misericórdia dessas vidas, dessa situação, onde os valores estão invertidos, onde daqui a pouco os seguidores de Jesus serão presos por se expressarem seguindo a Biblia.
Que fique bem claro aqui, devemos amar a todos (Jesus faria isso|),  odio e guerra não vem de Deus. Isso não quer dizer que devemos concordar com as praticas deles, mas devemos estar abertos para ajudar aos que quiserem, eles precisam de Jesus assim como nós.

Que Deus abençoe a todos, que tenhamos sabedoria em lidar com a situação, pois Deus é Amor e Paz (João 3:16) - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 

Sandro José Calhiari - www.sandrocalhiari.blogspot.com

terça-feira, 19 de abril de 2011

Deus me ama e ponto final.

 



Deus ama você – Ponto final.

Coloque essa verdade no seu coração

A maioria de nós comete o erro de acreditar que Deus nos ama somente quando nós fazemos tudo certo. Mas nenhum de nós faz tudo certo! Nós todos cometemos erros. Quando nós erramos, é fácil ficarmos chateados e não gostar de nós mesmos, e até mesmo concluir que provavelmente Deus não gosta mais de nós também. O problema deste tipo de pensamento é que este amor não é somente algo que Deus faz—é o que Ele é (1 João 4.16.) Nossas fraquezas e falhas nunca poderão mudar o amor de Deus por nós porque o desejo Dele amar é Sua natureza.

Anos atrás um de meus grandes problemas era que eu não gostava de quem “eu” era, e gastei grande parte da minha vida tentando me mudar. Uma área que me esforçava muito era que eu pensava que eu falava de mais, então eu tentei me calar. Mas então se eu me calasse eu me tornaria depressiva, e todo mundo ia querer saber o que estaria acontecendo. Fiquei tão aliviada quando finalmente percebi que Deus me ama como sou — não importava o quanto eu falasse.

Jesus não morreu por nós porque somos bons o bastante ou porque nós temos nossa ação juntos. Ele morreu por nós porque Ele nos ama... como nós somos. Paulo deixa isso claro em Romanos 5.6 dizendo: “Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios”. Se o desejo de nossos corações é sermos obedientes e fazermos o melhor que podemos, então isto é tudo o que Deus espera. Ele é o único que nos deu graça (poder e habilidade) para nos ajudar nas áreas que precisamos mudar (Filipenses 2.13.)

Por Joyce Meyer.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Os Getsêmanis da vida


"Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até a morte, ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um  pouco, prostou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" - Mateus 26:36-39.
Olhamos para Cristo, principalmente nos Evangelhos, e conseguimos enxergar apenas Jesus como Deus, e esquecemos a sua outra natureza: a humana. Se eu te falar: leia o Evangelho de Marcos, agora me fale sobre Jesus, você responderia: Jesus curou um cego, fez andar um paralitico, perdoou uma pecadora, ressuscitou um morto e venceu a morte. Porém, alguém consegue lembrar que: Ele nasceu de uma mulher e de parto normal, Ele trabalhou como carpinteiro, Ele teve fome estando no deserto, Ele chorou, ficou triste, sentiu dores, Ele foi também humano de carne e osso, e sentiu na pele como nós as surpresas que  a vida nos reserva: Os Getsêmanis da vida.
Quando falamos de Getsêmani, estamos falando de lugares e situações que a vida nos proporciona, que muitas vezes não é o melhor lugar para estar, ou o momento que ninguém deseja passar.

Por incrível que pareça, Getsêmani é um jardim, o que tem num jardim? Flores, perfumes, cores, borboletas. Mas, você já teve a sensação de estar num lugar como um jardim, e as flores, os perfumes, as cores e as borboletas não terem sentidos para você? Ou passar tudo despercebido? 
A vida é cheia de jardins, só que esse é diferente dos outros, é o Getsêmani!
O jardim em que as flores, os perfumes e as cores perdem o sentido, porque o que sentimos quando entramos nele são os “espinhos”.

Getsêmani é o lugar da provação!
Getsêmani é o lugar que coloca nossa vida de cabeça para o ar, de uma hora para outra. Parece que o espetáculo da vida para por um instante, tudo a sua volta se silencia, porque chegou a sua vez de passar por ele.
                *Você pode estar rodeado por pessoa, mas se sente só.

*Bebemos o amargo cálice da provação.    

*A tristeza nos encurrala, e ficamos sem saída.

*Angústia e preocupação nos sufocam, e não conseguimos dormir.
Achamos que chegou o fim, que não tem mais jeito, o Getsêmani nos faz questionar aquilo que Deus prometeu que um dia se realizaria: E os meus sonhos? Quando uma mulher recebe a notícia que ela não pode gerar filhos... quando alguém te procura e diz: teu filho está usando drogas, ou foi preso...quando as portas se fecham, e o banco te liga dizendo que sua casa vai a leilão.
De verdade, achamos que chegou o fim, que não tem mais jeito, mas não é o fim, é o começo!   

Jesus sentiu tudo isso na pele como um homem, porque aquele era o seu Getsêmani!

 Ninguém vence o Getsêmani sozinho, quando ele chegar a nossa vida, precisaremos de 3 coisas, que Jesus precisou como homem:


1-      Precisaremos de amigos – Jesus sentiu a necessidade de amigos ao seu lado.


2-      Precisaremos de oração – Jesus queria saber qual era a vontade do Pai, e a oração é a linguagem que Deus conhece.


3-      Precisaremos de Deus – somente em Lucas (22:43-44) está registrado, que um anjo do céu lhe confortava, tamanha a provação que Ele começou a suar sangue.

Talvez todos estão olhando para você e dizendo: Não tem jeito mesmo, é o fim. Até os mais próximos, já jogaram a toalha, como foi no caso de Pedro, que esteve em todo tempo ao lado de Jesus, até mesmo no Getsêmani, mas quando viu o cerco apertando e a situação só piorando, ele nega a Jesus três vezes, porque não conseguia enxergar mais saída:
                * Fim da linha para Jesus
* Desta vez não tem mais jeito, as outras perseguições como dos fariseus e saduceus tinha até uma saída, mas agora tudo mundo o persegue e pede sua vida. 

E, então, retorna para sua vida de pescador, esquecendo a vida de discípulo e as promessas de Jesus, carregando no peito a frustração de ter acreditado que era o fim.

  
Jesus foi morto, e ressuscitou, e antes de ir para o Pai, ele precisava deixar um recado especial para seu amigo Pedro, e esse recado serviria para toda a humanidade:
_ Pedro antes de eu seguir a caminhada eu preciso te dizer algo que é  muito importante: O Getsêmani não é fim, é apenas o COMEÇO!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Para sempre e verdadeiramente


“Sede fortes, e revigore-se o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor”. (Sl 31.24.)
                                                                                                    
Muitas vezes quando despertamos, o sol está a brilhar, os pássaros cantam celebrando o novo dia, porém nossos corações estão tristes. Temos saúde, uma casa para nos abrigar, alimentos para nos saciar, um trabalho para nos sustentar, uma família para nos amar, porém nossos corações continuam tristes. Porque nos sentimos assim? O que anseia o nosso coração? A presença de Deus!
É pela falta da verdadeira comunhão que nos sentimos assim. E isso não é culpa d'Ele, mas nossa!
Se em todo tempo agíssemos como Jesus, que mesmo sendo o próprio Deus, orava sem cessar, vigiava, buscava os conselhos do Pai, com certeza não nos sentiríamos assim.
É preciso que O busquemos de verdade. Não só aos domingos ou nos cultos de oração, mas sempre e verdadeiramente! Como assim, verdadeiramente? Em Espírito, de coração, como ensinou Jesus! E onde, de que modo fazer? Em todo tempo! Em nosso quarto, no nosso trabalho, dirigindo, caminhando, naquele momento em que pensamos que estamos sós, mas que Ele nos contempla!
Sempre haverá um momento assim, basta prestarmos atenção para ouvirmos sua doce voz. Podemos lhe falar com nossos lábios, com nossa mente, com nosso coração. E Ele que sempre nos ouve, nos ama e responde, dissipará toda a nossa solidão, tristeza e o vazio que nos incomoda. Estará bem pertinho, tal qual uma mãe que com a doçura do seu carinho, reflete a semelhança do amor de Deus, que dura para sempre e verdadeiramente!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

1º de Abril: O dia da mentira


Para os brasileiros hoje é o dia da menrtira, o 1º de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.

Quem nunca foi pego de surpreso com uma "mentirinha inocente" neste dia?
 
Pois bem, no nosso calendário existe um dia especial para mentira, e ele é celebrado com direito a tudo, de forma sagaz, o pai da mentira: Diabo (João 8:44) é lembrado e cultuado.
A mentira com isso é transformada em algo natural e inofensivo. Quem comprou algo e assinou uma promissória que iria pagar, assinou de mentirinha, quem vendeu tomou prejuizo porque não recebeu. Em uma conversa importante, alguém promete, mas quem acreditou também dançou, porque aquilo era mentirinha. E com isso, uma sociedade que celebra algo que é semelhante a uma epidemia, lógico que sofrerá as consequências. 
 
E se existisse o Dia da Verdade?
Onde a verdade seria celebrada, onde seria enfatizado o valor de ser verdadeiro, eliminando o mal da mentira, sem dúvidas, teríamos ótimos resultados.
Neste dia o mentiroso seria confrontado, ao invés de receber apoio como é feito no "dia da mentira", as atitudes estariam exalando a verdade, um dia que aquele que mentiu confessasse, quando fosse interrogado diria a verdade, se comprasse algo pagasse. Acredito que contribuiria para um mundo diferente.
 
O Brasil é conhecido por seu "jeitinho", o comércio usa um marketing mentiroso para vender, a política é conhecida pelas mentiras esfarrapadas e todo político é tido como mentiroso. O casamento virou piada, porque as juras de amor dita não passou de um engano. Sem falar nas amizades, que na frente é uma coisa e nas costas outra.
 
Hoje é muito dificil alguém acreditar no outro, em tudo parece que ficamos com um "pé atrás", a confiança é um diamante para ser conquistado. Mas, em tudo tempo, vamos celebrar a verdade, e ser verdadeiro:
"Quanto ao mais irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento" (Filipenses 4:8).
 
"O dia da mentira seria cômico se não fosse verdade"